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PAC: Empresários propõem metas para o governo

Com a promessa de investimentos recordes nas áreas de saneamento e habitação, empresários de vários estados brasileiros discutirão com representantes dos ministérios das Cidades e do Planejamento, Orçamento e Gestão metas e prazos para o desenvolvimento dos projetos necessários a licitação e início das obras previstas no PAC. De acordo com o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), José Roberto Bernasconi, ?o setor de arquitetura e engenharia consultiva está preocupado com os cronogramas divulgados até agora pelos diversos ministérios envolvidos nas obras do PAC, que não têm viabilidade devido ao prazo muito curto para o desenvolvimento de projetos e aprovação nos órgãos ambientais, por exemplo?.

Em janeiro, a ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, afirmou que ?há necessidade de estabelecermos um estoque de projetos para o desenvolvimento das obras?. Esse estoque de projetos, porém, não foi desenvolvido pelos governos anteriores e esta é uma exigência básica para a licitação de obras públicas, juntamente com a aprovação dos empreendimentos nos órgãos ambientais, estaduais e federal. A maioria das prefeituras também não possui projetos e, no momento de solicitar o financiamento de obras incluídas no PAC, tem seu pedido rejeitado. Em encontro que reuniu o segmento de projetos e da construção com representantes das secretarias de Saneamento e Habitação, em São Paulo, no início de março, verificou-se que esse é um problema comum em todo o país.

O Sinaenco, assim, está mobilizando as principais lideranças do setor em todo o país para discutir as melhores formas de atender à intensa demanda por projetos que virá com a implementação do PAC, neste e nos próximos anos. ?O PAC somente não se viabiliza se não houver projetos?, afirmou no evento em São Paulo Marcos Montenegro, diretor do Departamento de Desenvolvimento e Cooperação Técnica da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA). Segundo Montenegro, estão previstos R$ 40 bilhões no setor de saneamento para os próximos quatro anos, com a vantagem, que boa parte desses recursos ?é ordem para gastar, não é empenho que pode ser contingenciado?. Na área da habitação, segundo Cid Blanco Júnior, chefe de Gabinete da Secretaria Nacional da Habitação, estão previstos investimentos de R$ 2,6 bilhões nos próximos anos, com recursos próprios, do FGTS e outros, especialmente para habitações de interesse social. ?Mas precisamos de projetos no prazo certo e com qualidade para implementar as obras previstas?, afirma Blanco Júnior.

Essas são as principais questões em discussões nesse próximo dia 8 de março, a partir das 11h, no Blue Tree Hotel, em Brasília, entre representantes governamentais e empresários do setor de projetos e consultoria de obras. Estão confirmadas as presenças de Inês da Silva Magalhães, secretária Nacional de Habitação, de Sérgio Antonio Gonçalves e Marcos Montenegro, da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, e de Ariel Cecílio Garces Pares, secretário Nacional de Planejamento e Investimentos Estratégicos.Com a promessa de investimentos recordes nas áreas de saneamento e habitação, empresários de vários estados brasileiros discutirão com representantes dos ministérios das Cidades e do Planejamento, Orçamento e Gestão metas e prazos para o desenvolvimento dos projetos necessários a licitação e início das obras previstas no PAC. De acordo com o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), José Roberto Bernasconi, ?o setor de arquitetura e engenharia consultiva está preocupado com os cronogramas divulgados até agora pelos diversos ministérios envolvidos nas obras do PAC, que não têm viabilidade devido ao prazo muito curto para o desenvolvimento de projetos e aprovação nos órgãos ambientais, por exemplo?.

Em janeiro, a ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, afirmou que ?há necessidade de estabelecermos um estoque de projetos para o desenvolvimento das obras?. Esse estoque de projetos, porém, não foi desenvolvido pelos governos anteriores e esta é uma exigência básica para a licitação de obras públicas, juntamente com a aprovação dos empreendimentos nos órgãos ambientais, estaduais e federal. A maioria das prefeituras também não possui projetos e, no momento de solicitar o financiamento de obras incluídas no PAC, tem seu pedido rejeitado. Em encontro que reuniu o segmento de projetos e da construção com representantes das secretarias de Saneamento e Habitação, em São Paulo, no início de março, verificou-se que esse é um problema comum em todo o país.

O Sinaenco, assim, está mobilizando as principais lideranças do setor em todo o país para discutir as melhores formas de atender à intensa demanda por projetos que virá com a implementação do PAC, neste e nos próximos anos. ?O PAC somente não se viabiliza se não houver projetos?, afirmou no evento em São Paulo Marcos Montenegro, diretor do Departamento de Desenvolvimento e Cooperação Técnica da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA). Segundo Montenegro, estão previstos R$ 40 bilhões no setor de saneamento para os próximos quatro anos, com a vantagem, que boa parte desses recursos ?é ordem para gastar, não é empenho que pode ser contingenciado?. Na área da habitação, segundo Cid Blanco Júnior, chefe de Gabinete da Secretaria Nacional da Habitação, estão previstos investimentos de R$ 2,6 bilhões nos próximos anos, com recursos próprios, do FGTS e outros, especialmente para habitações de interesse social. ?Mas precisamos de projetos no prazo certo e com qualidade para implementar as obras previstas?, afirma Blanco Júnior.

Essas são as principais questões em discussões nesse próximo dia 8 de março, a partir das 11h, no Blue Tree Hotel, em Brasília, entre representantes governamentais e empresários do setor de projetos e consultoria de obras. Estão confirmadas as presenças de Inês da Silva Magalhães, secretária Nacional de Habitação, de Sérgio Antonio Gonçalves e Marcos Montenegro, da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, e de Ariel Cecílio Garces Pares, secretário Nacional de Planejamento e Investimentos Estratégicos.

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